Quarta-feira, 31 de Março de 2010

A Greenpeace nos meandros das (anti)políticas ambientais:

 

http://weblog.greenpeace.org/climate/2010/03/will_the_real_climategate_plea.html

publicado por lookout às 13:44

Segunda-feira, 29 de Março de 2010

A WWF agradeceu hoje a todos aqueles que participaram na "Hora do planeta" no passado dia 27.

 

Em baixo, segue a mensagem:

 

 

"Thank you.

Earth Hour 2010 was an amazing success. For one hour the world came together with one voice to say we care about our planet and our future.

On Saturday night, hundreds of millions of people in 125 countries on all 7 continents united to demand action on climate change. It is being described as the largest mass demonstration in history."

 

"Obrigado.

 

A "Hora do Planeta" foi um enorme sucesso. Por uma hora o mundo juntou-se numa só voz para dizer que se preocupava com o nosso planeta e o nosso futuro.

 

No Sábado à noite, centenas de milhões de pessoas em 125 países nos 7 continentes uniram-se para exigir acção no que toca às alterações climáticas. Foi descrito como a maior demonstração em massa da história."

publicado por lookout às 22:04

Quinta-feira, 25 de Março de 2010

É a pergunta chave da campanha de sensibilização Ambiental que se inicia esta semana. O tema: Alterações Climáticas. O mote: " Depois do falhanço de Copenhaga, os cidadãos fazem a diferença".

 

Entre outras actividades, destacam-se o debate internacional pela justiça climática, uma feira de produtos biológicos e comércio justo, e ainda um programa alternativo para crianças.

 

A iniciativa é patrocinada pelo Bloco de Esquerda e pela European Left, o programa completo pode ser consultado no link abaixo:

 

http://www.esquerda.net/media/clima_100326_27.pdf

 

A entrada é livre!

 

publicado por lookout às 20:48


A acção semanal é pela protecção de um dos mais importantes e ameaçados recursos do planeta: A Água.

 

Para ler e saber mais, consultem o link abaixo:

 

http://www.greenpeace.org/international/campaigns/toxics/water

publicado por lookout às 18:15

Sexta-feira, 19 de Março de 2010

 

Para quem não está dentro da problemática inerente à sobrexplortação pesqueira (abordada noutros posts) abaixo segue um texto que talvez ajude a compreendê-la: 

 

"O caminho para o Fim do Mar

À luz das mais modernas teorias, tudo que hoje conhecemos como vida teve o seu início no mar. Talvez seja por isso que nós, os humanos comuns, olhamos sempre o mar como fonte inesgotável de vida e de recursos. No entanto, neste momento já está provado o erro dessa visão simplista: o «ritmo de vida» das sociedades industrializadas está a levar os recursos marítimos a uma rápida extinção.

Agora, após milhares de anos de pesca de subsistência, em que o equilíbrio das espécies nunca se viu ameaçado, o súbito crescimento demográfico e tecnológico das sociedades tornou-se numa ameaça não só para a fauna mas também para a flora marítima.

O consumo habitual do peixe, que até ao século passado marcava presença apenas nos menus das populações que habitavam à beira-mar, difundiu-se e vulgarizou-se em toda a sociedade industrializada; frotas pesqueiras equipadas com tecnologia de ponta optimizam as quantidades de pescado capturado, maximizando a eficiência e produtividade de cada lide, efectuam o tratamento do pescado em alto-mar e usam as novas técnicas de conservação para transportar o pescado até distâncias nunca antes pensadas.

Actualmente, “a frota pesqueira mundial tem capacidade para quadruplicar as suas capturas, a indústria do palangre lança o equivalente a 1.4 milhões de anzóis por ano e a boca da maior rede de arrasto do mundo é suficientemente larga para acomodar 13 aviões 747.” (excerto do documentário “The end of the Line”, de Rupert Murray).

E a sociedade do imediatismo não olha ao futuro: a pesca em profundidade dizima ecossistemas inteiros, espécies centenárias, recifes com vários milhões de anos encontram-se à beira de extinção, e toda a riqueza do fundo oceânico tende a ser destruída de forma irremediável (1); a aquacultura (50% do peixe consumido) olhada por muitos como «uma tábua de salvação», tem vindo a provar-se ineficaz, levando à poluição dos locais em que é implementada (descargas excessivas), e ao desequilíbrio dos ecossistemas (introdução de espécies não indígenas com os consequentes efeitos sobre a biodiversidade).

Ecossistemas entram lentamente em colapso. A Terra Nova (Canadá) e Glasgow (UK), são dois de muitos exemplos; na Terra Nova, a extinção da maior espécie de bacalhau do mundo originou uma praga de alforrecas; em Glasgow, a extinção do bacalhau provocou uma epidemia da doença do caranguejo fumador nos lagostins da zona, com a qual mais de 70% da população foi afectada. Em ambos os casos a causa directa do colapso foi a ausência do predador.

Porém, nem tudo parece perdido: os repetidos alertas dos ambientalistas, do WWF e da comunidade científica em geral levaram a que fossem tomadas algumas medidas. Na Conferência de Kobe, foi aprovado o primeiro plano mundial para proteger o atum da sobre-
-pesca; entretanto, organizações mundiais como a Comissão Europeia tentam estabelecer planos e regras dentro das suas áreas de actuação, como a definição de quotas de pescado por espécie e país, restrições e regras apertadas para a actividade de aquacultura.

Mesmo assim, as quotas consensualmente estabelecidas encontram-se acima dos limites de sustentabilidade (2) e alguns países continuam a ignorá-las totalmente. Muitas espécies estão já debilitadas (em risco de extinção eminente) ou extintas. Segundo Charles Clover, autor do livro “The End of the Line”, «já não existem espécies saudáveis».

Talvez se tenha encontrado, finalmente, o caminho para o fim do mar. Talvez se vá enfrentar, de uma vez por todas, o gigante tenebroso que a mitologia lá escondeu. Talvez se caminhe, impensadamente, para uma catástrofe já anunciada.

Cabe a todos os ambientalistas, fazer com que a consciência desta situação se generalize. Sem Governos e políticas conscientes, sem uma união de esforços a nível mundial, não se poderá obrigar a indústria pesqueira a moderar a sua actuação. Atingiremos o fim do mar, o ponto crítico, a destruição total e irreversível da biodiversidade marinha.

 

Notas:

(1) Segundo estatísticas da UNFAO (United Nation’s Food and Agriculture Organization), cerca de quatro quintos das populações de pescado ainda existentes são exploradas de forma excessiva.

Estatísticas científicas prevêem ainda que em 2048 todo ou grande parte do pescado existente esteja extinto, sendo que no Sudoeste da Inglaterra as estatísticas apontem para 2018.

(2) A UE estabeleceu uma quota de 20000 toneladas/ano para o atum Rabilho, não obstante informação dos especialistas de que apenas uma quota máxima de 15000 toneladas/ano evitaria o colapso da população."

 

publicado por lookout às 12:38

Quinta-feira, 18 de Março de 2010

A problemática da sobrexploração do Atum Rabilho continua:

 

http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2010/03/bluefin_tuna_disaster.html

 

Urge agir, antes que seja tarde!

publicado por lookout às 18:51

Quarta-feira, 17 de Março de 2010

O projecto "Limpar Portugal" é um movimento cívico que tem por objectivo limpar os espaços urbanos e florestas Portuguesas num só dia.

 

Terá lugar no dia 20 de Março de 2010, nos vários distritos de Portugal Continental.

 

Para mais informações, consultar o site abaixo:

 

http://limparportugal.ning.com/

 

 

(Obrigado especial à amiga Vera Costa, que me alertou para a existência do Projecto)

publicado por lookout às 19:57


As florestas são uma fonte de vida: não só constituem habitat para 80% das espécies existentes no mundo como regulam a qualidade do ar e da água, contribuindo assim para a manutenção da saúde humana.

 

A WWF iniciou esta semana a divulgação de uma campanha de protecção florestal, a qual faço questão de partilhar convosco.

 

http://www.worldwildlife.org/what/globalmarkets/forests/whatwearedoing.html

 

Protejam a floresta!

publicado por lookout às 19:40

Terça-feira, 16 de Março de 2010

Um dos tópicos ainda perigosamente instável no que toca a políticas ambientais:

 

http://weblog.greenpeace.org/makingwaves/archives/2010/03/cites_the_convention_of_intern.html

publicado por lookout às 21:49

Sábado, 13 de Março de 2010

Quem tiver curiosidade em saber mais sobre a "Hora do Planeta" (post abaixo) poderá encontrar informações no site da WWF:

 

http://www.wwf.pt/o_que_fazemos/hora_do_planeta/hora_do_planeta_2010/

 

É importante que tomemos uma atitude no sentido da mudança das políticas ambientais vigentes! Juntem-se ao movimento, por um mundo melhor! 

publicado por lookout às 15:35


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